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terça-feira, 23 de novembro de 2010

CABOCLO ARARIBOIA

Araribóia existiu. Chefe indígena da tribo Temiminó, um grupo Tupi, vivia numa das ilhas da Baía de Guanabara. Ali os temiminós eram minoria. A tribo Tamoio, com 70 mil índios, dispersa entre a Guanabara e a região onde hoje se localiza a cidade de Bertioga (SP), detinha folgada superioridade numérica contra os temiminós, que só contavam com 8 mil cabeças.

Os tamoios, liderados pelo chefe Cunhambebe, eram aliados antigos dos franceses, que viviam tentando invadir a Baía de Guanabara. Em 1555, depois de subjugar os temiminós e os portugueses com a ajuda de Cunhambebe, a França passou a dominar a Capitania do Rio de Janeiro.

O Reino de Portugal mandou então para o Brasil o terceiro governador-geral da colônia, Mem de Sá, com a missão de retornar ao Rio. Selando uma aliança com Araribóia, os portugueses conseguiram. O chefe indígena recebeu como gratidão a sesmaria de Niterói, onde passou a morar, converteu-se ao cristianismo e tornou-se íntimo do governo. Adotou, inclusive o nome do português Martim Afonso de Souza, donatário do Rio de Janeiro. Morreu em 1574, brigado com Antonio Salema, sucessor de Mem de Sá.

O nome indígena Araribóia significa Cobra Feroz ou Cobra das Tempestades.

"Araib", em Tupi, significa "Tempo Mau, Tempestade, Tormenta" e "Bói" significa "Cobra".

Herói de varias batalhas

Em 1560, a expedição de Mem de Sá foi combater os franceses no Rio de Janeiro. Levava Maracajaguaçu e Araribóia e outros Índios Flecheiros do Espírito Santo.

No dia 15 de março de 1560, a expedição de Mem de Sá promove um ataque à Ilha Henri e consegue vencer, destruindo o Forte Coligny. Derrotados os franceses conseguiram escapar em grande número, refugiando-se no Continente.

O ataque a Ilha Henri está relatado em carta do padre Francês André Thevet na obra "La Cosmographie Universelle", editada em Paris, França, em 1575. Lá consta referências aos atos de bravura do Índio Fundador da Serra, Maracajaguaçu e de seu filho Araribóia.

Mem de Sá volta a Salvador, na Bahia, a 3 de abril de 1560 e os franceses e Tamoios reagruparam-se e estabeleceram poderosas fortificações na Ilha da Carioca e na Ilha de Paranapuã.

Quando Araribóia volta a segunda vez para guerrear contra os franceses e Tamoios, em 1564, está com 40 anos de idade, conforme Luís Carlos Lessa no livro "Araribóia, o Cobra das Tempestades", publicado pela Editora Francisco Alves do Rio de Janeiro, página 8.

Em 1564, com Estácio de Sá, combate na tomada da Fortaleza de Uruçumirim, na hoje Praia da Glória e depois destaca-se como herói na Batalha de Paranapecu, trecho da Ilha do Governador, que ia da Ponta do Galeão até as Flecheiras.

MARIA NAVALHA

Lendas

Uma pombagira pouco conhecida. No cais da Bahia, junto ao mercado modelo, onde os saveiros descarregavam frutas, cacau, fumo, viveu a pombagira Maria Navalha. Malandros, marinheiros cheirando a sal, vendederes de acarajé, capoeiristas, eram os seus companheiros. Ela usava uma saia estampada de chitão, uma blusa preta de babados, um chapéu negro prendendo seus cabelos vermelhos e dançava na roda de malandros.

Cai a noite e o amor. "áis" de amor se ouviam nos saveiros, nas ruas pobres de salvador. E lá estava ela, com sua navalha na liga, sua defesa de mulher-dama ( mulher que vendia o amor ) para os que não queriam pagar. Jovem pobre, feiticeira, freqüentadores dos cadomblés que enchiam as madrugadas com os sons dos atabaques, ela ganhava a vida pelo amor e pelo jogo de ronda. Companheira dos malandros, dos marujos, dos bambas das ladeiras do velho pelourinho, amante ardente e carinhosa, mas com gênio forte, ela ganhou o nome de Maria Navalha dos velhos eluôs baianos. Moça vinda do interior da Bahia, sozinha, fazia ela mesmo suas roupas e nunca deixava seu chapéu preto brilhoso. Amou coronéis de cacau, jogadores dos cassinos, marujos tatuados, mas seu grande amor foi o malandro Zé pelintra da meia-noite.

Hoje, baixa na linha de exu, perigosa pombagira malandra, carteia e faz ebós diferentes, não como a famosa Maria Padilha e Molambo. Mas não pense que ela é fraca. Força de magia, faz trabalhos costurados, com caco de vidros, bebe suas cervejas, fuma seus cigarros. Seu ilá é de guerra, pois vem por Oiá, mas não gosta de ser mandada. Come cebola roxa, salaminho, coisas que há nos botequins e só bebe cerva. . Dança lindamente como uma mulata do olodum. Perigosa e verdadeira. Diz que nunca foi mãe, nem casada, nem teve casa.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

CABOCLO SETE ENCRUZILHADAS

Inicialmente , uma rápida explicação quanto à confusão que alguns irmãos fazem , porque o Caboclo das Sete Encruzilhadas e o Exú Rei das Sete Encruzilhadas , são entidades que possuem nomes semelhantes ( são quase homônimos) , porém trata-se de espíritos distintos , cada um deles trabalhando espiritualmente em seu nível vibratório. Ambos prestam grandes serviços para a melhoria e desenvolvimento dos espíritos encarnados. Ambos , estão em constante evolução , mas não existe qualquer relação de dependência entre eles.

Ao que se tem informação , é que o Caboclo das Sete Encruzilhadas ,é um espírito muito antigo, já encarnado ao tempo da vinda do MESTRE JESUS à Terra e que na roda de suas encarnações , jamais apareceu no nível em que trabalham os nossos "compadres" Exus, como alguns , face à semelhança de nomes , tentam explicar.

Ao tempo do Brasil Colônia , mais precisamente no Estado do Rio de Janeiro , em uma localidade às margens do Rio Paraíba do Sul , chamada hoje de Barra do Piraí. Precisamente neste local , o rio atingia uma grande largura e o seu leito tomava um aspecto sinuoso, alí existia uma fazenda de diversas culturas , entre as quais e em maior escala ,a do café e da cana-de-açucar. Tal propriedade, era administrada por uma família portuguêsa , que ao contrário de outras existentes nas proximidades, alí não era exigído o braço escravo. Os negros que lá trabalhavam, recebiam além da casa e alimentação , uma remuneração em moeda, por isso era a propriedade mais próspera do local, isto graças à forma de administração adotada por seus proprietários.Próximo dali , vivia uma tribo de indios da Nação Tupi-guarani , com os quais , os fazendeiros mantinham um excelente relacionamento.

O Chefe da tribo, era jovem e possuia uma razoável cultura,pois fôra alfabetizado na Capital , apaixonou-se por uma das filhas do fazendeiro, que correspondeu ao seua afeto vindo a casar-se com ele, contrariando os costumes de ambas as comunidades. Após a união, ela engravidou, tendo que viajar à Capital do Rio de Janeiro para tratamento médico, demorou-se algum tempo e ao regressar recebeu uma horrivel noticia : que um grupo de indios estranhos na localidade , de surprêsa , tentaram invadir a fazenda para saqueá-la ,os fazendeiros pediram socorro e os guerreiros Tupi-gurany, vieram , mas não puderam impedir que os pais da moça e seus irmãos fossem mortos. Na batalha , o chefe Tupi-guarany , seu marido ,ficou gravemente ferido ,vindo também a falecer em consequência.

Ao todo, sete pessoas foram assassinadas pela tribo invasora. E todos foram sepultados , em uma ilha situada no Rio Paraíba do Sul, dentro da fazenda. E a moça grávida , ùnica remanescente da família de fazendeiros , ia todas as tardes rezar na ilha, junto às sete cruzes que demarcavam os locais onde seus pais ,irmãos e esposo foram sepultados.

Porém , em uma dessas tardes , em que rezava junto ao túmulo do esposo, sentiu-se em trabalho de parto e ali mesmo deu à luz a um menino, seu filho com o chefe Tupi-gurany, cujo corpo estava naquele local sepultado.

O menino cresceu cercado do imenso carinho de sua mãe e recebeu ensinamento proveniente de duas culturas: a cristã adotada por sua mãe e a outra orientada pelo Pagé da tribo de seu pai. Estudou na Capital do Estado e posteriormente na Côrte , recebendo instrução superior de Direito. Como advogado teve intensa atividade profissional em defesa de escravos nos Tribunais do Rio de Janeiro,que eram acusados de crimes pelos senhores escravagistas. Na qualidade de chefe de sua comunidade indígena , disfarçadamente , invadia as fazendas de regime escravo , libertando os cativos e colocando-os em local seguro. Na verdade ninguém conseguia identificar o chefe que comandava o grupo indígena libertador de escravos, ora ele se apresentava com o aspecto físico de indivíduo alto ,ora baixo , as vezes gordo e outras vezes magro, cada ataque era comandado por uma pessoa diferente e assim ele conseguia se manter no anonimato, consequente a dupla personalidade. O seu verdadeiro nome era CABOCLO DAS SETE CRUZES ILHADAS , por ter nascido no local onde existiam sete cruzes em uma ilha ,porém o povo por corruptela o chamava de CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS, nome que ele adotou humildemente, até mesmo em sua vida espiritual. Tal nome ficou fixado pelo povo escravo , que o adorava , e quando o grupo surgia na estrada eles cantavam uma cançao que tinha a seguinte letra:

Lá vem , lá vem , bem longe na estrada,

Lá vem, lá vem, o Caboclo das Sete Encruzilhadas".

Saiba Mais

Referências

  • CASA BRANCA DE UMBANDA CABOCLO SETE ENCRUZILHADAS

CABOCLA JUREMA

Entidade Guia - Chefe da Linha de Oxossi, Sua legião é constituída de grandes entidades espirituais, espíritos puros que amparam os sofredores, utilizando o processo de passes-cura através das ervas. Normalmente, a Entidade Chefe Cabocla Jurema, quando está trabalhando, atrai a presença, vibração de todos as Caboclas Jurema, ou seja, Jurema da Cachoeira, Jurema da Praia, Jurema da Mata etc, pois na realidade todas são uma única vibração que trabalham com os ambientes da natureza. ex: lua, sol, mata, chuva, vento etc. Jurema trabalha dentro da necessidade de cada pessoa, transmitindo coragem e energia. Tem sempre uma palavra de alento e conforto para aqueles que sofrem de enfermidades. Ela nos ensina a suportar as dificuldades e nos dá coragem para suportá-los.

Em qualquer lugar onde você esteja, quando o desespero tomar conta e a coragem lhe faltar, chame pela Jurema e sentirá sua força amparando você. Quando quiser agradar essa Cabocla, vá a uma mata limpa, estenda uma toalha verde de pano ou plástico e coloque sobre ela um vinho tinto rascante (para Oxossi), um coco verde (para a cabocla), substituindo o líquido de dentro do coco por vinho com mel, enfeitado com fitas verde e vermelha. Para Oxossi uma vela verde e um charuto. Não se esqueça de uma travessa de frutas e uma cigarrilha.

OBS: As frutas podem ser laranja, banana, abacaxi, manga, fruta de conde, goiaba etc... As velas devem ser acesas fora da toalha, assim como o charuto e a cigarrilha.

Caminhos

A cabocla Jurema tem vibração originária de Iansã, mas poderemos encontrar a mesma entidade trabalhando em outras vibrações como Jurema da Praia, na vibração de Iemanjá; Jurema da Cachoeira, na vibração de Oxum;Jurema da Mata, na vibração de Oxossi, e assim sucessivamente. É a mesma entidade, com vibração originária de Iansã, penetrando em outras vibrações de Orixás

EXU 7 COVAS

(Belfegor) - Essa entidade atua sobre o esgotamento de espiritos desencarnados. Isso quer dizer que ele tenta esgotar todas vicissitudes dos espiritos que desencarnaram (geralmente em uma morte recente).

Seu campo de trabalho é o cemitério (nas catacumbas, covas, tumbas). Os Exus dessa Falange trabalham sob as ordens do Exus 7 Encruzilhadas do Cemitério e Sr. Omulu.

É entidade, dessa forma, traz consigo muita energia negativa (naturalmente utilizada em seus trabalhos), por isso recomendo muita prudência ao realizar a invocação dessa entidade. Isso vale para qualquer outra entidade que trabalhe sobre os domínios do Sr. Omulu.

Exú 7 Covas responde na Sétima Linha da Quimbanda chefiada por Omulú - Orixá Maior, junto com 7 Caveiras, 7 Campas, do Pó, 7 Cruzes, João Caveira e 7 Catacumbas.

Costumam dizer que a terra é a mãe de todos os encarnados e, o que é depositado na mãe (corpo morto, defunto) é responsabilidade deles em cuidar, para que a mãe (terra) não seja estragada com as más vibrações dos filhos (defuntos).

Pontos Riscados

Ponto Riscado 7 Covas

EXU 7 CATACUMBAS

Guardião Sete Catacumbas

(Andras) - Catacumbas é um poderoso Exú da Umbanda, Kimbanda e Candomblé, conhecido no Catimbó como Mestre 7 Catacumbas. Onde ele fica pode ter certeza não fica um egum próximo e uma característica muito impressionante é que quando ele vai embora arrasta consigo tudo de ruim que houver no terreiro.

Sério, bravo,nervoso,bondoso, não tem misericórdia de espíritos que atrapalham o sossego alheio, no entanto é um fiel protetor e grande conselheiro de todos que queiram fazer do seu mundo um lugar melhor pra se viver.

O Sr. Exú 7 Catacumbas, serve a linha de Obaluaê. Ou seja, ele é um guardião cósmico, que aje na força emanada(axé) do Orixá Obaluaê. (Assim como em seu primeiro elemento terra, Obaluaê, é ativo e passivo em seu segundo elemento, a água, o Sr. Exu 7 catacumbas, também tem estas características herdadas. Sua forma é esquelética(caveira), porém seu campo de atuação é maior do que do Sr. Exu Catacumba. E como todos os Srs. Exus, e Sras. Pombagiras, que são do cemitério, trazem em suas capas(exus), e em suas saias(pombagiras) os segredos dos mistérios divinos da vida e da morte, e da transição entre esses dois planos.

Atribuições

Sete Catacumbas é uma espécie de policial executante das ordens de todos os Orixás no plano mais denso. É um mensageiro que entra e sai das zonas umbralinas, sem temor, assumindo uma forma ameaçadora para fazer-se respeitar.

É um Exú e sem eles a força dos Orixás não atuaria no mundo, pois são eles os operários incansáveis. Temido por não admitir a desobediência, ele aplica castigos a quem é também guardião. Ele faz na verdade cumprir a lei de causa e efeito.

Mesmo punindo, quando se há merecimento, Mestre 7 Catacumbas cura, concede maiores facilidades em alcançar o que desejamos. É um faxineiro do astral, porque purifica os ambientes e pessoas desmanchando todo tipo de magia negra. É comum ver sua legião preocupadas em alertar contra males, jamais trabalhando contra a lei divina do amor

NAVIZALA

Boiadeiro Navizala

Sr. Navizala viveu no sertão de pernambuco, no século XVIII,era boaideiro(tocador de gado,como diz). Morava em uma casinha de sapé no meio da caatinga, sua mãe era uma grande médium, chamada por lá de benzedeira ou cruandeira, aos cinco anos de idade, perdeu seu pai, ficando apenas ele e Dona Cecília, sua mãe, com o desencarne do pai, o pequeno navizala sentiu sua vida difícil de sertanejo, tornar-se ainda mais sacrificante, viviam do pouco que a pequena roça, plantada por ele e a mãe, produzia, a pouca idade, não o impedia de ajudar.

Ele carpia, semeava, colhia, enfim, ajudava a mãe em tudo, mas contando com todo o amor de sua humilde e sábia mãezinha, que todas as noites preparava no fogão a lenha, a farofa com banana, uma iguaria para o pequeno navizala, eles rezavam e comiam à luz de um lampião, depois sentavam-se embaixo do pé de juazeiro no quintal, e Dona Cecília ensinava ao filho as coisas da vida espiritual, que ele ouvia maravilhado, quanta sabedoria em uma mulher tão simples, eram felizes, eram felizes quando não estavam na roça, sua mãe atendia muita gente da redondeza, não havia hospital, nem médicos, aquela mulher era a única esperança daquele povo pobre do sertão, tinha vários canteiros de ervas e com elas fazia suas famosas garrafadas, benzia as crianças desnutridas, os agricultores feridos por ferramentas enferrujadas, fazia partos, fazia tudo o que podia e salvava muitas vidas, o pqueno navizala sabia de cor o nome de todas as ervas e com sua vidência apurada, dizia a mãe quando a pessoa chegava acompanhada por obsessores, assim iam levando asuas vidas, Dona Cecília desencarnou dormuindo tranquilamente quando navizala tinha 15 anos, ele chorou muito, estava só no mundo, mas começou a ver a mãezinha que lhe dizia pata ter ânimo e continuar a missão, ele começou então a trabalhar para fazendeiros da região, levava boiadas para todos os cantos do nordeste, assim poderia com suas viagens ajudar mais pessoas, e assim foi, onde ele parava, sempre tinha alguêm doente que precisava dele, salvou muitos e fez amigos em toda parte, sua mãezinha sempre estava a seu lado orientando, incentivando e consolano nos momentos difíceis.

Onde chegava, Sr. Navizala, deixava sua luz, de seu mesmo, só tinha o seu cavalho malhado, companheiro inseparável, o rosário de sua mãezinha e um par de botas gastas, mas gostava mesmo era de andar descalço e adoçar a boca com um pedaço de rapadura, gostava dos banhos de açude, de cuidar dos animais e de conversar com as pessoas, um espírito equilibrado e forte, que nunca se deixou vencer pela aridez da vida. Sua missão na terra acabaou aos 49 anos de idade, assim como sua mãezinha, deitou-se e deixou o corpo, foi para o astral onde pôde abraçar os seus, sua mãezinha, seu pai, seus mentores, no enterro do Sr. Navizala estavam presentes mais de cem pessoas, pessoas que ele ajudou e que sentiam de verdade sua partida, pessoas de todas as partes do sertão, pobres e ricos, agradecidos àquele homem maravilhoso por ter praticado o bem, feito o melhor que podia por todos, ao chegar no astral, ficou surpreso, emocionado, chorou, uma fila se formou, eram muitos que tam~bém queriam abraça-lo, pessoas que ele tinha ajudado na terra. Sr. Navizala, repressenta a força do sertanejo, a luta, a honestidade e a sabedoria daquela linda gente, quando pediu para vir trabalhar, ele escolheu continuar ajudando, pediu para vir com todas as características que tinha como sertanejo, inclusive o linguajar simples e direto, trabalha pela cura espiritual, emocional e física.

P.S.:QUANDO SR.NAVIZALA DESENCARNOU,NO DIA SEGUINTE SEU QUERIDO CAVALO,TAMBÉM SE FOI...QUEM CONHEÇE ESSE MENTOR,SABE QUE ELE NÃO GOSTA DE RODEIOS,É DIRETO,GOSTA DE QUEM O OLHA NOS OLHOS,SE SEU NOME NÃO FOSSE NAVIZALA, SERIA SINCERIDADE!!

sábado, 13 de novembro de 2010

EXU BARA DA RUA

Vou comentar agora sobre uma entidade que é pouco conhecida, mas é uma das mais antigas do culto a exu. Exu bara é uma das entidades mais iluminada do mundo espiritual conta a lenda que mesmo sendo um nobre de uma corte, tentava pregar a filosofia de vida, a alquimia e a magia ao povo da época. Dizia [todos devem crer no criador e na harmonia dos seres vivos] muitos não acreditam que Bara tivesse tanto conhecimento do criador e fosse tão iluminado pela sua filosofia de vida para passar aos nobres. Bara não conseguiu passar aos seres humanos sua mensagem, então quando partiu do mundo carnal para a espiritual decidiu ficar no mundo espiritual para encaminhar as almas perdidas. Falange de bara, Bara da rua, Bara da encruzilhada e Bara da calunga e tambem a o lado do sr ogum bara que é servido ao ogum bara 7 fios de costela assado só no braseiro com um espeto de pau e colocado esse espeto no cruzeiro com cerveja e velas vermelha e se arria na sexta feira santa com outros exus a sua oferenda mas a dos exu de um lado e do outro a de ogum bara. As falanges de bara da rua , encruzilhada e calunga todas tem a missão de encaminhar os seres carnais e espirituais para a luz.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

EXU CAVEIRA


Você encontrará o Caveira sob o nome de Gad na bíblia, ele tem manifestação silenciosa e seu nome sumério é:Sergulath, quando cantar um ponto para esse Exu, você invoca esse nome e terá vibração.
Um espírito bom nem sempre é necessário sua incorporação, Você sentirá essa vibração quando seguir sua intuição.
Lembre-se o resultado dos trabalhos são melhores do que o conhecimento.

Sua oferenda deve ser colocada no meio do cemitério na cruz mestre, lembre-se é para o bem. Ele é muito bom para cura, pois logo atrás da cruz mestre rege a divindade da morte e da vida.

O Exu Caveira é possuidor de grandes poderes; favorece-nos e ensina-nos as artimanhas da guerra, a fim de vencermos os nossos inimigos.
Deve-se reverenciá-lo quando entrar no cemitério.
Sarava ao Omulu Rei! (O dono dos cemitérios). Sarava ao Exu Caveira (O encarregado de zelar pelos cemitérios) .

É auxiliar direto de Omulu Rei. Comanda 7 (sete) Exus, que indicamos abaixo, além de supervisionar os trabalhos de Exu do Cheiro, que comanda 49 (quarenta e nove) Exus:

Exu Tatá Caveira Exu Brasa Exu Pemba Exu Maré Exu Carangola Exu Arranca-Tôco Exu Pagão

Exus da linhagem do Caveira

Tatá Caveira, João Caveira, Caveirinha, Rosa Caveira, Dr. Caveira (7 Caveiras), Quebra-Osso

terça-feira, 9 de novembro de 2010

MAGIA


A Magia é a ciência dos segredos da Natureza. Para que ela funcione apropriadamente, um Bruxo deve trabalhar sempre em perfeita harmonia com as Leis da Natureza e da psique. Magia é a ciência e a Arte. Ao contrário do que as pessoas pensam, Magia não é fazer Rituais que interfiram na vida das pessoas, mas sim trabalhar com as energias da Natureza, do Universo e do próprio homem. Com o equilíbrio dessas energias vivemos em harmonia com a vida. A Magia é mais antiga que o Cristianismo, sendo a principal filosofia de diversas civilizações antigas.

Na Magia existem vários tipos de Sistemas e Níveis diferentes. Sendo assim, o estudo da magia exige uma grande dedicação para ter-se um bom conhecimento. A Alta Magia é muito confundida com a Teurgia, mas a Alta Magia trata da Magia Utilizável e a Teurgia trata da Magia Existente. A religião, em suas manifestações exteriores, não seria outra coisa além da Alta Magia Cerimonial. Por isso muitas pessoas comparam a religião e a Alta Magia. Dentre as mais difundidas, a Alta Magia repousa sobre o princípio de que, na natureza, há forças ocultas que são denominadas fluidos. Esses fluidos são de três naturezas:

  • Magnética e puramente terrestre;
  • Vital e principalmente humana;
  • Essencial e geralmente cósmica.

As energias consideradas pela Alta Magia podem ser utilizadas sob quatro formas:

A - Microcosmo:

1º - O homem atuando sobre si mesmo.

2º - O homem atuando sobre o seu mundo exterior.

(Se referem aos fluidos de que o homem pode dispor)

B - Macrocosmo:

3º - Os fluidos atuando no astro (a Terra).

4º - Os fluidos atuando fora do astro (no sistema solar).

(Se referem aos fluidos espalhados na natureza)

Cada uma das quatro formas podem funcionar de duas maneiras:

  • Magia Pessoal: Quando o fenômeno se opera sem o auxílio de qualquer rito exterior.
  • Magia Cerimonial: É o contrário da Magia Pessoal.

Classificações da Magia

- A Teurgia, ou Magia Iniciática - é muito secreta e desconhecida por exigir do operador aptidões excepcionais;

- A Alta Magia, ou Magia Usual - exige um desenvolvimento intelectual juntamente com o desenvolvimento psíquico cuja utilidade se impõe;

- A Feitiçaria, que a maioria dos buscadores toma pela Magia única ou original - emprega meios tradicionalmente transmitidos.

Ao contrário do que se poderia imaginar, as operações que não exigem dons excepcionais são aquelas classificadas entre as mais elevadas em Alta Magia. As operações que exigem do operador aqueles dons excepcionais encaixam-se mais particularmente no quadro da Magia Comum, do qual faz parte a Magia Pessoal.

A operação mágica consiste no emprego de uma forma de energia cósmica, com a finalidade de obter-se um resultado, sobre um ponto preciso. Assim, ela implica um operador. Tal operador pode não ser uma pessoa física, mas uma pessoa moral e pode ser também uma personificação. Daí originou-se a Primeira Regra: "Nenhuma operação mágica pode ser efetuada sem a intervenção de uma Inteligência". Esta inteligência aplica-se tanto a um ser humano ou uma coletividade humana, como a uma personificação de energias ou a uma coletividade fluídica.

POMBO GIRA DO LODO

Esta gira é companheira do Exu do Lodo, recebe suas oferendas em beiras de rios e mangues, gosta muito de trabalhar para ambos os lados... o que nela colocar fé lá ela estará para ajudar você a resolver suas angustias. Gosta de velas vermelhas e pretas, quartinha de barro com água, champanhes, cigarros e rosas, veste preto e vermelho e quando incorporada é seria e direta nas suas consultas. Pomba-Gira do lodo é a única companheira do Exu do lodo, erroneamente confundida com a Gira do Brejo ou do Pântano... Podem até trabalhar na mesma gira, mais suas funções são distintas no plano astral.

EXU TRANCA-RUA

É o primeiro general do senhor exu mor,exercendo a mesma posição do exu marabo, com a mais alta responsabilidade no reino dos exus, a ele está designada a guarda das entradas e dos recintos onde se pratica a alta magia. Em todas as reuniões espirituais, o exu tranca-rua mantem proteção com a sua guarda de choque, contra os inimigos espirituais que procuram deturpar o bom andamento dos trabalhos. Assim sendo , sentimo-nos na obrigaçao de saudar esta ancestralidade em primeiro plano, ao darmos inicios aos trabalhos para que o ambiente sinta sua proteção. É o guardião dos caminhos vencedor de demandas aparador dos homens, lutador incasavel, sempre de frente, sem medo, sem mandar recado.
Senhor tranca rua das almas é um espirito muito doutrinado, atuando dentro de seus mistérios, regendo seus dominios e os caminhos por onde percorre a humanidade. Senhor do mundo espiritual, onde está sua origem e sua morada.
suas bebidada uisque, conhaque, o galo pode ser vermelho, prateado ou carijó
falange exu tranca-rua das almas exu tranca-ruas do cruzeiro exu tranca-rua de embaré exu tranca-rua da encruzilhada exu tranca-rua 7 gira exu tranca-rua da calunga exu tranca-rua da porteira

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

JOÃO CAVEIRA

tambem conhecido em algumas doutrina como PAI CAVEIRA, é um lorde, um homem que se veste com roupas medievais, tendo conhecimentos de alquimia, magias ocultas,goétias,teologia. Umas das entidades mais belas. Essa entidade tras consigo uma legião de 497 exus sob seu comando todo o medium de joão caveira inicia seu desenvolvimento recebendo um de seus escravos que respondera pelo nome do mesmo passando sete ou dez anos do apronte do médium a entidade que até o momento utilizava o nome de joão caveira dará passagem para o proprio joão caveira supremo ou lorde , assumindo assim o seu reino e seu imperio. Ainda pode citar-se que é uma entidade que se autodenomina um demonio.
come galo vermelho e preto , responde atras da cruz das almas